Quinta-feira, 14 de Abril de 2005

NOITE DE FRIO

Tantos graus negativos!
As mãos arrefecem
A lareira acessa.
Acendo milhões de quimeras
E molda perfis de penumbra
Na poesia da sala adormecida.

O frio chega aos ossos da alma
E propaga-se pelas veias
Em novelos de tormento
E não há lenha que chegue
Para queimar o perfume das flores
Do pensamento.


João Miranda
publicado por João Miranda às 21:59
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3 comentários:
De Anónimo a 23 de Abril de 2005 às 21:29
POR AQUI PASSEI VARIAS VEZES PENSANDO QUE TE ENCONTRAVA....... :-((
BEIJINHOS SALGADOS****Maria****
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De Anónimo a 17 de Abril de 2005 às 18:11
Ha pouco os beijos ficaram flutuando como petalas de rosas em pleno Oceano Atlantico, e ainda nao chegaram ao seu destino : TU :-))*************************BEIJINHOS MUITOS**********************Maria****Maria****
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De Anónimo a 17 de Abril de 2005 às 16:05
Tanti frio e tanto calor no sabor das tuas palavras ****Maria****
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