Segunda-feira, 24 de Janeiro de 2005

O POETA PENSOU

Gaivota morta
Envolta em sangue
Jaz no chão
A tua vida findou.

Foi o temporal!
Ou um automovel
Que te atropelou?

Triste desventura
O poeta pensou
Pelas asas lhe pegou
E no jardim entre as flores
Em terra negra a enterrou
E exclamou
Ó mensagueira dos mares
Eu te venero nesta hora
E teu idólatra serei
Sempre sempre
Pela vida fora....


João Miranda
publicado por João Miranda às 22:24
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