Segunda-feira, 4 de Outubro de 2004

QUERUBIM

Eu só vejo que esse amor
Esse que mandava em mim
Só tráz mágoa
Só tráz dor
E leva-me ao mar sem fim
Não quero mais tanto amor
Tanta mágoa a devorar-me assim
Só quero quem dê valor´
À minha ternura de querubim!


João Miranda
publicado por João Miranda às 20:37
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3 comentários:
De Anónimo a 10 de Novembro de 2004 às 20:50
Adorei os seua poemas, são lindos, de uma sensibilidade inigualável.
Me identifiquei muito com esse, por isso a partir de hoje, serás o meu QUERUBIM....Fatima Conde
</a>
(mailto:fatima_conde@hotmail.com)


De Anónimo a 5 de Outubro de 2004 às 17:42
Adorei o blog e os poemas. Parabéns.Paula
(http://dasletras.blogs.sapo.pt)
(mailto:pauxana@sapo.pt)


De Anónimo a 4 de Outubro de 2004 às 23:15
De crítico corrosivo a querubim. De diabo a anjo, oscilando entre os extremos de toda a vontade humana. O ritmo deste pequeno poema está bem conseguido.Manuel
(http://literaturas.blogs.sapo.pt/)
(mailto:manuelanastacio@sapo.pt)


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